terça-feira, 23 de setembro de 2014

Affonso Solano

O Sonho não começou assim, mas eu não me lembro do começo. Só me lembro que em dado momento eu estava num carro - que era um táxi, mas não era, pois era cinza... mas tinha um motorista. Nisso o ilustrador, escritor e podcaster Affonso Solano faz sinal para o carro e ele para, eu peço para ele parar. Affonso entra no carro e aparentemente a gente se conhecia, e estávamos indo para o mesmo lugar: Brasília. A minha irmã ia com a gente. Conversávamos sobre o vôo, eu não sabia direito o horário e nem ele. Não sabia se ele ia sentar comigo ou com a minha irmã, não sabia onde estavam as passagens. Eu achava que estavam com ele e ele achava que estavam comigo, então concluíamos que deviam estar com a minha irmã. Daí ficávamos de boa no carro, conversando amenidades, até que acordei.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Beholders

O sonho tinha um aspecto pós-apocalíptico. O lugar onde eu e minha família estávamos era uma espécie de campo, tinha um ar de abandono. Era uma situação de sobrevivência extrema, era noite, estávamos em volta do fogo, parecia ser uma floresta ou um quintal há muito largado. Onde havia esse nosso acampamento era um plano elevado em relação ao resto do lugar, que estava inundado. o que parecia ser a um templo abandonado ficava atrás de nós, mais abaixo. Aparentemente lá deveria haver itens que precisaríamos para sobreviver, ou itens que seriam valiosos, não sei exatamente, mas tínhamos que entrar lá na inundação para pegar coisa (s). Eu, meu pai e minha irmã íamos. A água batia na cintura ou peito. tinha uma certa correnteza, essa construção parecia ser gigantesca. Havia um medo no ar, de encontrar alguma coisa. Estava tudo escuro, andamos na água alguns metros até chegar ao breu absoluto. A água ficava até o peito. Meu pai e irmã queriam desistir, mas eu tinha uma lanterninha que parecia de brinquedo, e resolvia ir em frente. Primeiro batia numa paredinha e ia tateando até achar uma abertura. Eu via que tinha um caminho e começava a ter uma claridade, então gritava para ele virem atrás... Eu desligava a lanterna para economizar e então eu via... um BEHOLDER! Ele estava na minha frente e eu sabia o que ele era. Sabia que não devia ter medo, que era feio mas não faria nada. Eu acho que eu batia nele, e ele morria/desaparecia/ia embora. Pai e irmã chegavam junto de mim e eu não dizia nada sobre o monstro. Íamos andando/nadando e meio que subindo, até que a água ficava bem baixa. Chegávamos numa espécie de área habitacional do templo. Claro, esse (para variar) era o cenário da casa onde morei no Rio, mas as paredes estavam meio abertas/caídas. Eu achava uma lanterna grande, igual a que o meu pai tinha. Achava uma lanterna menor e botava no meu bolso. Meu pai e irmã estavam vasculhando para ver o que mais tinha, e eu entrava em outro quarto, e lá tinha um outro Beholder. Esse eu fazia algo e ele ficava muito pequeno, eu o capturava nas mãos e amassava até explodir, depois limpava a mão na água, antes de dad and sister entrarem. Eu passava para outro quarto e lá tinha um beholder gigantesco demais. Eu sabia que não ia dar conta deste, então voltava e dizia que tínhamos que voltar logo, pois parecia que a água estava subindo, sei lá. Voltávamos com mais tranquilidade, usando as lanternas achadas para iluminar o caminho até sairmos de vez. Eu ficava o tempo todo olhado para trás. Eu sabia que ia ter que voltar lá por algum motivo... daí acordei!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Mudança de novo

Sonhei que meus pais estavam indo para Cabo Frio de novo... Então eu ia morar de novo no apto deles com a minha irmã pois assim o que eu moro poderia colocar para alugar. Eu que dava essa idéia. Eles ficavam aliviados de não ter que me avisar que era a intenção deles, pois não tinha pq as duas morarem sozinhas separadas. Só que eu queria voltar para o meu quarto (que agora é da minha irmã) ou ficar com a suíte deles de vez. Eles não deixavam nem um nem outro e eu ficava triste e dizia que só aceitaria se tivesse como colocar o meu armário atual no quarto para onde iria, o antigo da minha irmã. Eles diziam que seria feito. Eu até dava a idéia de a minha irmã vir para a minha cobertura, mas já sabia que ela não aceitaria porque o outro quarto aqui é muito pequeno. Ficava triste em desarmar a piscina. Daí acordei.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Joãozinho

Sonhei que tinha cortado o cabelo MUITO CURTO. Muito mesmo, estilo Joãozinho. No sonho, o meu cabelo era liso e grosso. Eu saia do salão e chegava em casa, e enquanto subia o elevador (cuja subida era eterna, o sonho foi todo no elevador, praticamente), eu ia jogando ele para várias direções. Direita, esquerda, moicano, puxava franja, jogava tudo para trás, sacudia a cabeça igual metaleiro... mó bagunça. Como o cabelo era liso, dava para fazer várias coisas. Então eu ficava olhando do espelho e fazendo caretas, daí começava a pensar que realmente tinha ficado com uma cara de menino. Bem menininho mesmo. Pensava que ia sempre ter que usar maquiagem ou as pessoas talvez não vissem que eu sou mulher. Daí pensei que talvez o namorado também não fosse gostar. Daí fiquei olhando séria pro espelho... e acordei.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Backstreet's Back

Sonhei que alguém que eu conheço ia se desfazer de um monte de coisa. Agora, realmente era UM MONTE de coisa, a casa dessa pessoa estava atulhada no melhor estilo acumuladores. Eu ia lá ajudar essa pessoa (não sei se era homem ou mulher), e outros amigos (também sem identificação clara) iam também. No meio das coisas tinha um cd dos Backstreet Boys, um que eu não tenho, acho que era o primeiro de todos, e eu perguntava se podia ficar com ele para mim, e o dono respondia que sim! Eu ficava MUITO FELIZ! Ficava olhando para ver se não tinha mais coisas legais para eu pegar... daí acordei.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Inception

Eu estava sonhando dentro de um sonho dentro de outro sonho. Mas tudo o que lembro é que estava sonhando e quando acordei estava no vôo da Malasyan Airlines, caindo. Acordei no susto, no desespero, e então olhei ao meu redor todo mundo gritando e vi pela janela o chão se aproximando em alta velocidade, e quando finalmente o atingi, puf! Era sonho também e eu acordava gritando e uma pessoa me acalmava dizendo que eu tinha tido um pesadelo. Eu estranhamente pensava se dessa vez já tinha acordado ou ainda era sonho, e daí realmente acordei.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Tempo confuso

O sonho se passava ou num futuro de agora ou num passado imaginário. O tempo parecia ser paralelo.

Eu e meu ex namorado não estávamos no falando, e daí ele mandava uma msg para o meu WhatsApp. A msg era confusa, era um mix de várias conversas que eu tivr com outras pessoas, e algumas nem eram sobre ele, aliás várias eram sobre assuntos aleatórios. Eu respondia perguntando do que se tratava e ele mandava mais trechos sem nexo. Eu insistia e por fim ele dizia que era para eu devolver uma agenda dele que tinha ficado cmg. Eu dizia que não estava cmg, e rle dizia para eu procurar num lugar específico da minha casa nova (que na vida real els nem conhece), daí eu ia lá e achava. Eu tinha um medo de raiva e curiosidade d abria a agenda para ficar lendo. Ai q se dava a confusão temporal, pois em algumas páginas a agenda era de 2013 e algumas de 2014, e eu ia lendo, vendo informações desencontradas e tentando entender como ela tinha vindo parar aqui rm casa.